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Quarta, 25 de novembro de 2015, 09h11 | Tamanho do texto: A- A+

SEJUDH

Sessão especial abre o 1º dia da Mostra Cinema e Direitos Humanos

RODRIGO MACIEL MELONI
Assessoria/Sejudh-MT

Uma sessão especial para convidados abriu o primeiro dia da 10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, aberta na terça-feira (24.11), no Sesc Arsenal. Com a sala quase cheia, o público foi convidado a prestigiar a projeção dos filmes “Abraço de Maré”, do diretor Victor Ciriaco; e “A Esperança Equilibrista”, de Victor Lopes. A mostra é parte de estratégia do Governo Federal para consolidação da cultura e da educação em Direitos Humanos, ampliando espaços de debate e discussão por meio da linguagem cinematográfica.

A diretora do Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH), Eliane Ferreira Marques de Almeida, destaca que a mostra “contribui para a formação de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diversidades e da tolerância”. O assessor da Secretaria Adjunta de Direitos Humanos (SADH), Guilherme Audax, lembra que o evento foi criado para celebrar o aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos e hoje é exibido em todas as capitais federais do Brasil.

A programação conta com 40 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em três mostras: Homenagem, Panorama e Temática. As sessões são gratuitas. Serão exibidos filmes como “Betinho, A Esperança Equilibrista”, sobre o sociólogo Hebert de Souza; “500, Os bebês roubados pela ditadura argentina”, sobre a luta das avós da Praça de Maio; e os recentes “Numa Escola de Havana” e “Silêncio das Inocentes”, sobre violência contra a mulher.

A Mostra Homenagem faz uma retrospectiva representativa das nove edições anteriores e exibe filmes premiados em cada edição; a Mostra Temática terá como foco Criança e Adolescente, e a Mostra Panorama reunirá 24 filmes produzidos a partir de 2011 no Brasil, França, Estados Unidos e Singapura, selecionados por meio de chamada pública.

Programação

A programação desta quarta-feira (25.11), a partir das 14 horas, conta com as produções: “O Contador de Histórias”, de Luiz Villaça; “Pele, um real”, de Aline Guimarães; e “Livre Muito Além do Peso”, de Estela Renner. Às 18 horas será exibido “O Muro é Meio”, de Eudualdo Monção Jr., e “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queirós. O documentário “Gigantes da Alegria”, de Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano, e a ficção “Encantados”, da diretora Tizuka Yamazaki, encerram o dia.

O documentário “Gigantes da Alegria” acompanha cerca de duas mil pessoas com deficiência, que desfilam todos os anos na escola de samba Embaixadores da Alegria, abrindo o desfile das campeãs do carnaval. Ali, os portadores de nanismo se transformam nos “embaixadores da alegria”, ensinando que a felicidade não tem moldura, tamanho ou cor.

Já “Encantados” conta uma história inspirada na vida da pajé Zeneida Lima, nascida na Ilha do Marajó, no Pará. A sinopse diz que “Zeneida jamais se deixou passar por uma garota qualquer. Ela sempre soube ser única. A mais esperta entre os dez irmãos; perseverante até na teimosia; atrevida e ousada em suas escolhas. A garota com sua beleza é uma estrela radiante; é o apoio que ampara a mãe, o desafio que provoca qualquer autoridade, e claro, a dor de cabeça que enlouquece a todos”.

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