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Terça, 24 de novembro de 2015, 14h19 | Tamanho do texto: A- A+

NOVEMBRO AZUL

Servidores da Sinfra se conscientizam sobre câncer de próstata

Uma em cada cinco pessoas no Brasil é diagnosticada com câncer de próstata, um dos maiores riscos para a saúde do homem na atualidade.

SIMONE ISHIZUKA
Assessoria/Sinfra-MT
Simone Ishizuka - Assessoria Sinfra (MT)
Servidores acompanharam a palestra sobre o câncer de próstata
Servidores acompanharam a palestra sobre o câncer de próstata

Uma em cada cinco pessoas no Brasil é diagnosticada com câncer de próstata, um dos maiores riscos para a saúde masculina na atualidade. Para alertar os servidores da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), que possui 70% dos cargos ocupados por homens, foi realizada uma palestra educativa sobre a importância do exame, na manhã desta terça-feira (24.12), no auditório do órgão. A ação faz parte do ‘Novembro Azul’, campanha de prevenção à doença.

Durante a palestra, o coordenador de urologia do Hospital de Câncer, Carlos Evaristo, tirou dúvidas sobre a patologia e mostrou dados preocupantes da doença no país. Segundo ele, o câncer na próstata é o segundo que mais mata o homem, perdendo apenas para o câncer de pele.

“O câncer de próstata chega a matar, diferente do de pele. E estes números são altos e que as pessoas devem se alertar. Além disso, homens que já tem histórico da doença na família devem estar muito mais atentos, pois as chances são maiores de ser diagnosticado com o câncer”.

Evaristo explicou que a fase inicial da doença é silenciosa e que há 90% de chances de cura, caso seja diagnosticada com antecedência por meio do exame de toque retal. “O câncer de próstata não dá sintomas no início, e é no começo que o tratamento tem 90% de chances de cura. Outra coisa importante de destacar é que o exame de sangue muitas vezes pode não diagnosticar a doença com a mesma eficácia que o exame de toque”, disse.

Por fim, Evaristo ressaltou a necessidade da quebra de paradigmas entorno do exame, e da importância de que as pessoas procurem o médico para se prevenir o quanto antes. “Não vale ter preconceito. O exame é rápido, não dói e não vai tirar a masculinidade de ninguém. Então, é importante que a pessoa procure o médico e faça o exame para evitar consequências maiores e até a morte”, pontuou.

Conscientizados e com saúde

O técnico em informática Jocinei da Silva, de 29 anos, disse que esta foi uma ótima oportunidade para se informar sobre a doença. “Tem muita questão que eu não sabia e estou sabendo agora. Já serve de alerta para estar me orientando sobre a doença. Agora estou consciente que esta é melhor escolha a se fazer”.

Já o zelador Gracildo Cruz dos Santos, de 56 anos, destacou que a saúde sempre deve estar à frente de qualquer preconceito. “Eu acho importante obtermos informações, porque isso é um alerta para os homens que estão chegando aos 40 anos. Tem alguns que são leigos, que não conhecem e têm medo de fazer o exame. Eu faço check-up todo ano, no entanto ainda não fiz o exame de toque. Mas depois destas informações, fico livre de preconceito. Se for para o bem da gente, temos que deixar o preconceito de lado e se cuidar”, finalizou.

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