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Sexta, 20 de novembro de 2015, 09h24 | Tamanho do texto: A- A+

CULTURA

Ganha Tempo recebe roda de capoeira em homenagem ao Dia da Consciência Negra

MAYLA MIRANDA
Assessoria/Setas-MT

Jana Pessôa/Setas-MT
Ganha tempo promove ação em homenagem ao dia da Consciência Negra
Ganha tempo promove ação em homenagem ao dia da Consciência Negra

As centenas de pessoas que passaram na tarde desta terça-feira (19.11) pelo Ganha Tempo, em Cuiabá, prestigiaram a apresentação da roda de capoeira promovida pelo grupo Nação Guerreira, de Várzea Grande. A manifestação cultural foi promovida em homenagem ao feriado da Consciência Negra.

De acordo com o superintende de cidadania, Juliano Rabelo, estas ações são importantes para levar cultura à população. “Nós estamos sempre pensando na melhor maneira de atender a sociedade, com o maior número de serviços possíveis e mais qualidade no atendimento. Isso também passa pela cultura e satisfação de todos”, destacou Rabelo.

Meire Vieira, que gravava toda a apresentação com o celular nas mãos, ficou impressionada com a beleza dos saltos, giros e movimentos acrobáticos dos capoeiristas. “É incrível ver como eles conseguem fazer tudo isso com o corpo. Para mim, o mais importante mesmo é ver a nossa cultura mantida nos jovens de hoje. E é muito bom você vir pagar uma conta e se deparar com uma coisa dessas”, destacou.

As irmãs Greice Kelly Fernandes e Valéria Karen Fernandes ressaltaram que, apesar de já terem participado de grupos de capoeira, não se cansam de apreciar. “Nós fizemos capoeira por pouco tempo na escola, é muito legal e muito importante porque além de ser saudável, também faz parte da cultura”, disse Greice.

O mestre capoeirista Manoel Pedro Figueiredo, que criou o grupo há cinco anos, destacou a importância do espaço para a apresentação das rodas de capoeira. “Nós temos que divulgar também para incentivar os jovens a participarem das rodas. Este esporte tem uma capacidade muito grande de mudar vidas, principalmente nas nossas comunidades carentes. Este espaço que a Setas (Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social) está nos dando é muito importante”, ponderou.

Para artesã e capoeirista Equênia Karine Rodrigues, mãe de quatro filhos – inclusive um deles, com oito anos, participou da apresentação – a capoeira é um estilo de vida. “Eu comecei a jogar capoeira com 13 anos. Desde então, nunca mais parei. Nós sempre moramos em comunidades carentes e vi vários amigos se perdendo, mas graças à capoeira vi vários outros mudando de vida, por isso incentivo meus filhos a continuarem no grupo”, revelou.

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